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Filme: "Plano B"

"Plano B" é mais um filme daqueles bons pra rir!
A comédia de Alan Poul conta com J. Lo (Jennifer Lopes) e Alex O'Loughlin. Relata a história de Zoe, uma mulher independente, dona de um pet shop e com uma tremenda vontade de ser mãe e Stain, um rapaz bom, lindo, meigo, que trabalha na banca de queijos de uma feira livre. Zoe, decide fazer uma produção independente com inseminação artificial para poder realizar o seu grande desejo de ser mãe. E quando tudo parece estar indo como planejado, ela conhece Stain. Claro que ela apaixona-se por ele e aí o seu plano vai por água abaixo. E tudo ainda fica mais engraçado quando descobrem que serão dois bebês e não um!!!
O filme mostra, com bom humor e alguns exageros, a jornada de uma gestação. Desde a emoção e a mistura de sentimentos da descoberta, até o nascimento do tão esperado filho. E claro que as alterações de humor dessa fase não poderiam ficar de fora. O filme ainda conta com um mascote: um cachorrinho deficiente que é a coisinha mais fofa.
O filme ajuda a dar uma ideia do que é uma gestação para homens e mulheres, pais e mães. Cada qual com sua visão, ambos vão interagindo e desvendando os mistérios que é esperar um filho. Como disse antes, alguns desses momentos foram retratados exageradamente, mas acho que foi justamente pra ilustrar o que uma gestante passa no decorrer de nove meses. 
Para os que já são pais e mães, vai ser uma nostalgia reviver esses momentos de alegria e espera.
Para os que ainda não são, vai ser um bom momento para pensar nas mudanças que acontecerão na vida dos  dois e nos benefícios que tudo isso pode proporcionar.
Espero que curtam a dica.




Ser mãe é...

O que é ser mãe??
Eu só descobri isso depois que me tornei mãe.
Quando era adolescente, achava que ser mãe era ser chata! Minha mãe era chata! A mãe da minha amiga era sempre mais legal do que a minha. Deixava ela fazer uma porção de coisas que a minha não deixava. Eu nunca podia fazer nada nem ir a lugar nenhum. E quando podia fazer alguma coisa ou ir em algum lugar, tinha que ficar ligando de hora em hora pra dar notícias do que estava fazendo. E olha que nessa época nem tinha celular pra facilitar. Era nos orelhões mesmo. Ou eu fazia isso ou não teria próxima vez. E a próxima vez demorava tanto a chegar.....
Na verdade, eu sempre gostei de criança, sempre quis ser mãe. Mas até me tornar mãe, não tinha noção do que era!!!
Não esqueço do que senti quando descobri que estava grávida e que seria mãe!!!! Foi uma mistura de sentimentos que não é possível explicar com palavras. Senti alegria, felicidade, medo, insegurança... tudo ao mesmo tempo. A primeira US foi incrível... Ver aquela bolinha pulando, cheia de vida e ouvir aquele som de tum-tum tum-tum em meio líquido foi a maior emoção que tive em toda a minha vida!!!! Daí pra frente foi só tranquilidade.... Mas depois que ouvi aquele chorinho... depois que peguei aquele ser tão pequeno no meu colo... Tudo na minha vida mudou. E quando digo mudar é mudar mesmo. As prioridades mudaram, as preocupações mudaram, a rotina do dia-a-dia mudou. E claro que mudou pra melhor. Mas pra se acostumar com tudo isso é complicado. Eu tinha pavor de ficar sozinha com minha filha quando ela nasceu. Tinha medo de não conseguir cuidar dela. Mas ao mesmo tempo que tinha medo, não deixava ninguém fazer nada por mim. Dar banho, trocar de fralda, trocar de roupa, acordar a noite... Desde o começo fiz questão de fazer tudo. Tudo e mais um pouco. Sou orgulhosa em dizer isso: cuidei da minha filha desde o primeiro dia que ela nasceu. Muitas pessoas me ajudaram, mas não fizeram nada por mim. E Ser Mãe é exatamente isso!!! Penso que ser mãe vai além de ter um filho ou gerar um filho. Ser mãe é cuidar, é zelar, é proteger, é preservar. Tem muitas mulheres que geraram um filho em suas barrigas, deram a luz, mas não são mães. Ser Mãe é sentir prazer com o seu filho!!! Pode até ser exagero da minha parte, mas Ser Mãe é fazer do filho a sua vida e a sua razão de viver. Porque é exatamente isso que eu sinto. Cada dia que minha filha cresce, é um pedacinho meu que toma forma fora de mim. Cada palavra que ela pronuncia, cada gesto, cada música, cada sonho e cada conquista são palavras, gestos, músicas, sonhos e conquistas minhas também. E a cada dia que ela cresce, eu morro um pouquinho!!! Morrer no sentido de que cada dia que ela cresce ela depende menos de mim. Cada dia que ela cresce ela descobre que sua vida não é a minha. Cada dia que ela cresce ela percebe que pode viver perfeitamente sem minha presença por perto!!! Isto é a parte dolorida de ser mãe. Ficamos mesmo órfãs dos nossos filhos!!!! É óbvio que tudo isso faz parte da maternidade e que tudo isso é maravilhoso. Qual é a mãe que não se orgulharia das descobertas e do crescimento do seu filho??? Mas isso dói mais do que as cólicas menstruais, dói mais do que as TPMs da vida, dói mais do que o próprio parto ou a recuperação. Dói mais do que qualquer dor existente no planeta. Ser Mãe é aprender a viver com a independência do filho. Aquele ser tão pequeno vai crescer! Não vai mais te chamar de noite quando tiver pesadelos com monstros. Não vai mais te chamar pra limpar o xixi e o coco. Não vai mais te chamar pra brincar com a boneca nova nem com o carrinho de controle remoto. Não vai mais te chamar pra mostrar a propaganda do brinquedo que ele quer ganhar no aniversário. Não vai mais dizer que você é a mãe mais linda do mundo. Não vai mais fazer questão que você esteja presente nas festinhas da escola, nem nas festas de aniversário. Vai restar aquele vazio imenso. Um vazio que no fundo é a sensação de dever cumprido. Mas ainda assim, um buraco negro.
Mesmo assim, ser Mãe me fez a mulher mais feliz do mundo. Minha filha ainda é pequena, mas está crescendo bem depressa. Vou passar por muitas fases com ela, se Deus quiser. Agora sei dar o devido valor a minha mãe. Estou sentindo tudo o que ela sentiu. As alegrias, os medos e as preocupações. Consigo saber e entender com fidelidade tudo o que se passa na cabeça dela. Não adianta tentar explicar tudo isso, é só SENDO Mãe!!! E deve ser por isso que o DIA DAS MÃES É TÃO ESPECIAL!!! Tudo o que essas mulheres MARAVILHOSAS passaram devem ser lembrados de alguma forma. E é por isso que deixo aqui o meu FELIZ DIA DAS MÃES a todas as mães! Claro, em especial, pra MINHA MÃE que é uma mãezona mesmo. Que fez e continua fazendo tudo por mim e agora, pela minha filha.
É o ciclo da Vida!!!

Um enorme beijo a todas!

Filme: Uma mãe em apuros


Tenho mais uma dica de um filme ótimo pra passar: “Uma Mãe em Apuros” (Motherhood) com Uma Thurman e Anthony Edwards (O Dr. Mark Greene de ER).

O filme está classificado como Comédia e até certo ponto é uma comédia. Afinal, na vida de uma mãe-faz-tudo sempre existe momentos cômicos e hilariantes. Mas acho que é possível dizer que é uma comédia dramática ou um drama com doses de humor.
Eliza (Uma Thurman) mora no último andar de um apartamento pequeno sem elevador e sem garagem no coração de Nova Iorque. Ela é uma ex-escritora e autora de um blog (que fala sobre coisas do cotidiano, assim como o meu), casada com um escritor apaixonado por livros antigos e que trabalha como supervisor e editor de textos de uma equipe de formandos em turismo ou algo parecido, mãe de duas crianças (Clara de 5 anos e Lucas de 1 ano).
A história acontece em um único dia dessa mulher. Ela precisa preparar a festa de 6 anos de Clara. Tem muitas coisas a resolver, mas precisa dar conta de tantas outras coisas do dia-a-dia como, por exemplo, cuidar da vizinha idosa e cega, levar o filho ao parque para passear, levar o cachorro doente para fazer suas necessidades fisiológicas, ouvir as queixas das amigas e tentar não perder a vaga do seu carro que fica na rua em frente ao prédio!!!
Ela vê na internet um anúncio de um concurso de uma revista de pais e filhos. Nesse concurso o participante deveria escrever até 500 caracteres o que é ser mãe. As respostas deveriam ser enviadas até a meia noite daquele dia. Ela tenta de todas as formas criar uma resposta pra se inscrever, contudo vive tanto em função dos outros que não consegue ter ideia do que escrever. Faz um esboço de alguma coisa e deixa pro marido ler. O marido faz muitas críticas ao texto e ela ‘tem um surto’. Resolve jogar toda a sua vida pro alto e ‘fugir’. Mas tem um estalo e resolve retomar o comando.
A mensagem que o filme passa é muito bonita, verdadeira e até um pouco dolorosa. Trata das questões da vida das pessoas. E a vida é isso: é beleza, é verdade, é alegria, é dor. Todos nós passamos por muitas provações e temos que nos virar de diversas formas. Eu, particularmente, me identifiquei demais com ela. E acho que todo mundo, em especial as mulheres irão se identificar com uma coisa ou outra.
Anotei uma frase que Eliza mencionou que me tocou profundamente. Eu penso muito nisso, choro por isso, mas nunca consegui verbalizar esse sentimento assim de forma tão clara, simples e objetiva. Talvez porque eu não seja tão clara, simples e objetiva.

“As coisas estão sempre mudando por mais que queiramos que continuem como são. Você pode tirar uma foto do seu filho a cada dia e a cada dia ele vai ficando mais velho. É um fato. Um fato desalentador. Mas ainda assim um fato. Agarre seu dia e viva plenamente. Sinta-se afortunado, pois é bem provável que seja. Aprenda com seu filho, pois ele tem muito mais a lhe ensinar do que imagina”
Acho que não preciso dizer mais nada, por enquanto. Só posso dizer que esse filme foi um presente pra mim.
Assistam ao filme com seu marido, com seus filhos, com sua mãe, com seu pai, com quem quiser. O Dia das mães está chegando e o filme serve como dica de um Belo presente. Permita-se chorar, rir e emocionar-se. Tenho certeza de que não terão arrependimento. Ninguém se arrepende de VIVER!!!

Beijos da Fabi

Pais legais, são pais liberais?

Gente, hoje estava ouvindo a BandNews FM e ouvi sobre o rapaz, estudante universitário, de 20 anos que faleceu. Peguei a notícia no meio, mas pelo que entendi ele estava numa festa e tomou uns dois drinques de vodka, teve um mau súbito e veio a falecer. Um médico estava comentando o ocorrido (infelizmente, não peguei o nome desse médico). Fez alguns comentários sobre os males que a bebida pode causar aos jovens e também comentou sobre as misturas que esses jovens fazem com energéticos, drogas e outras coisas... Olha, é de arrepiar... O que mais me chamou atenção, foi ele dizer que nas muitas palestras que ele dá em escolas, são poucos os pais que participam. E quando participam, mostram, claramente, o quanto desconhecem certos tipos de coisas!!!
Meu Deus do Céu... Esse médico falou justamente sobre aquilo que já comentei anteriormente nas minhas postagens: a liberdade exagerada que pais dão aos seus filhos!!!!
Esse negócio de querer ser amigo do filho a todo custo, se mostrar 'legal', 'maneiro', 'gente fina', 'bacana', fazer com que os colegas dos filhos digam: "Olha, o pai do fulaninho, faz tudo o que ele quer! Você viu que máximo!". Sinceramente, isso não rola! Temos que conhecer muito de perto os amigos dos nossos filhos, conviver com eles, conversar e proibir sim, se preciso for, a amizade de certas pessoas.
Esse médico estava falando aquilo que minha mãe e meu pai sempre repetiram inúmeras vezes pra mim e pro meu irmão: 'Enquanto vocês estiverem morando sobre o nosso teto, enquanto estiverem sobre nossa responsabilidade, quem manda somos nós e está acabado. Vocês vão onde acharmos que devem ir e depende de quem for junto". Pronto era isso ou não era nada. E quando saíamos, ai de nós se não ligássemos pra dar notícias. E olha que celular não existia ainda. Quantas vezes, eu saía no meio da balada procurando um telefone pra ligar e avisar que íamos sair tal hora ou que íamos em tal lugar, etc. Os amigos tiravam sarro, mas tinha que ser assim se eu quisesse repetir a diversão. Sem contar quando minha mãe fazia as recomendações: "Não fala com ninguém que você não conheça e não coma nem beba nada de ninguém. Muito menos aceite qualquer coisa que venham te trazer. Se quiser alguma coisa, vá buscar você mesmo". Xinguei muito, não vou mentir, mas tinha que ser assim. Tínhamos que conquistar a confiança deles a cada saída que dávamos. E olha, agradeço a eles todos os dias por tudo isso que fizeram conosco. Eles conheciam todos os nossos amigos, conheciam os pais dos nossos amigos e muitos são amigos até hoje. São quase que irmãos. Qual o problema nisso? Nenhum. Tenho plena certeza de que meus pais fizeram o melhor pra criar pessoas de bem, honestas, verdadeiras, com a cabeça no lugar. Sabíamos o certo e o errado e tínhamos que arcar com as consequências caso fizéssemos algo de errado. Não quero dizer que sou melhor que ninguém não. Mas quero dizer que espero fazer o mesmo pela minha filha. E se ela for o que eu sou hoje, pra mim já está de bom tamanho.
Então, vocês pais, cuidem de seus filhos. Deixem eles xingarem e chorarem hoje, pra vocês não chorarem pro resto da vida. Um dia eles também agradecerão. Beijo e boa semana!
Ontem eu estava lendo uma matéria sobre a atriz Angelina Jolie. A matéria dizia que ela pretende, aos poucos, deixar a carreira para dedicar-se exclusivamente aos filhos. Ela tem seis, lembrem-se!!! Pretende fazer um filme ao ano e assim ir espaçando mais o trabalho!!!
Olha, confesso que fiquei admirada. Sempre achei essa atriz belíssima, perfeita. E essa atitude que ela pretende tomar só aumentou minha admiração por ela. Sei que estamos em um mundo moderno em que as mulheres conquistaram seu espaço em definitivo. Trabalham tanto quanto os homens e, algumas vezes, sustentam mesmo a casa. Pode parecer idiotice o que eu vou falar, mas penso mesmo que a mulher que se dispõe a casar e a ter filhos tem mesmo é que cuidar da sua família! Esse negócio de mulher trabalhar fora, cuidar de casa, marido, filhos... é coisa da modernidade mesmo. Penso que não deveria ser assim. Lembrando um pouco da postagem que fiz sobre meus alunos. Por que vocês acham que existem tantos alunos sem limites, com problemas de aprendizagem e indisciplina? São pais e mães que trabalham fora o dia inteiro e deixam os filhos com empregada, babás, avós ou até sozinhos, depois de uma certa idade. Isso é muito prejudicial, pois por melhor que essas pessoas cuidem dessas crianças, a autoridade máxima deve vir do pai e da mãe e ponto. Mas como esses estão ausentes o dia todo, quando chegam em casa querem mais é sossego e não conversar sobre escola, muito menos sobre problemas na mesma. O que acontece depois? Alunos que não estudam e acabam achando que o dinheiro pode tudo, inclusive comprar o ano escolar. É minha gente, é assim que as coisas acabam funcionando!!! Mundo capitalista exige consumo. Pra isso precisa que as pessoas trabalhem muito pra ganhar muito e gastar muito. É bom pra economia e tudo mais. Mas e a família, onde fica?? Angelina, minha amiga, você está certíssima. Eu pretendo, muito em breve, fazer o mesmo. Cuidar muito do meu marido, da minha filha, da minha casa e de mim também. Porque com essa correria toda, esquecemos mesmo é da gente. Isso é vida?? Sei lá, podem me achar ridícula, mas é assim que eu penso. Minha mãe nunca trabalhou, sempre cuidou da casa, do meu pai, dos filhos. Orgulho muito da educação que tive e nunca faltou nada em casa. Meu pai sempre trabalhou muito, é verdade. Mas sempre esteve presente na nossa educação. Aprontamos também, mas minha mãe estava sempre ali, de olho e puxava as orelhas se preciso fosse. Hoje em dia tanta coisa mudou... Dar palmadas nos filhos pra educar é errado, mulher trabalhar fora é essencial, dinheiro compra tudo, inclusive a educação... Vai saber onde vamos parar!! Só Jesus.
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